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Distinções Académicas

Insígnia Académica

A Insígnia Académica foi criada pelo escultor João da Silva, que apresentou à Academia em sessão de 4 de Julho de 1936, as primeiras reproduções fotográficas da medalha insígnia, destinada a ser oficialmente distribuída por ocasião do centenário académico.

A Insígnia Académica foi aprovada pela Portaria n.º 8 630, de 20 de Fevereiro de 1937, assinada pelo Ministro Carneiro Pacheco, sendo descrita oficialmente como "destinada aos vogais da Academia Nacional de Belas Artes, a qual se compõe de uma medalha dourada, suspensa por um cordão, com o respectivo passador: no anverso da medalha, uma mulher jovem, realizada do natural, que representa a Academia, e, em plano afastado, a figura de mármore pentélico do Museu de Atenas, a Athena Parthenos, cópia da estátua que Fídias esculpiu para o Parthenon; no reverso, a legenda "Academia Nacional de Belas Artes" e uma coluna dórica, adornada com livros e utensílios das oficinas de escultura, pintura e arquitectura; cordão dourado; passador em forma de cruz, composta das cinco quinas, esmaltadas nas suas cores heráldicas, e assente sobre o fundo de louros estilizados".





 

Medalha de Mérito

A Medalha de Mérito da Academia Nacional de Belas Artes apresenta o desenho original do académico Eduardo Martins Bairrada, tendo sido cinzelada por Manuel Gomes e apresentando "relevo" de Domingos Soares Branco.

A Medalha de Mérito  é constituída, na descrição do seu Regulamento, "por uma haste de loureiro, vertical, recortada, circundada no anverso pela legenda "Academia Nacional de Belas Artes", assentando sobre uma tabela, ligeiramente arqueada, com a divisa "Pro-Arte" (Pela Arte) a ladeá-la. O reverso terá (tem) a palavra "Mérito" nesta mesma tabela e, em redor, as três datas fundamentais da Academia: a sua fundação, como Academia de Belas-Artes, em 1836; aquela em que passou a designar-se Academia Real de Belas-Artes, em 1862 e a do seu ressurgimento, em 1932, como Academia Nacional de Belas-Artes", ficando a composição antes descrita, "pendente dum escudo com as cinco quinas, floreado, onde, por detrás, arma a fita de suspensão, com três centímetros de largura, bipartida, nas cores nacionais".

A Medalha de Mérito compreende:

É facultado aos distinguidos com a condecoração académica, o direito ao uso quotidiano de uma roseta de lapela "bipartida, nas cores nacionais, tendo, reentrante, a miniatura circular figurada da Insígnia Académica", bem como, em ocasiões solenes, ao uso de miniatura na escala consentida para as Ordens Honoríficas Portuguesas.