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Últimos eventos, publicações, palestras.
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Ciclo de Conferências – 2026
A Academia Nacional de Belas Artes dá continuidade na próxima segunda-feira, dia 27 de Abril, pelas 15:00h, ao Ciclo de Conferências – 2026.
A comunicação será proferida pelo Académico Professor Doutor Pedro Flor, e tem como tema Percursos e metamorfoses de António de Holanda no Renascimento em Portugal.
A conferência procurará reposicionar António de Holanda como agente decisivo na consolidação de uma linguagem cortesã de iluminura em Portugal no início do século XVI, enfatizando o seu percurso biográfico enquanto artista formado no meio Ganto-Brugense e reconfigurado no contexto lisboeta. A adaptação da tradição flamenga às exigências políticas e cerimoniais da monarquia, a sua integração no scriptorium régio e as ligações à esfera flamenga situam-no no centro da cultura visual do poder. A sua atuação nessa elite, a colaboração com a Casa da Índia e o exercício do cargo de oficial de armas evidenciam uma trajetória marcada por “metamorfoses” entendidas como transformações graduais da sua linguagem e do seu estatuto: da matriz flamenga inicialmente trazida para Lisboa, Holanda reconfigura-se como agente cortesão capaz de articular iluminura, cartografia e heráldica, colocando esses domínios ao serviço da legitimação dinástica, da ambição imperial e da representação diplomática da monarquia manuelina-joanina. Por fim, a arte executada na sua oficina, em diálogo com Francisco de Holanda, confirma-o como mestre e mediador de um idioma artístico, com impacto na visualidade renascentista portuguesa.
A entrada é livre.
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Ciclo de Conferências – 2026
A Academia Nacional de Belas Artes dá continuidade na próxima segunda-feira, dia 30 de Março, pelas 15:00h, ao Ciclo de Conferências – 2026.
A comunicação será proferida pelo Académico Professor Doutor Arquiteto Mário Varela Gomes, e tem como tema Marfins historiados do Loango (século XIX). Arte, sociedade e conteúdo ideológico:
Entre os finais do século XVIII e os inícios do século XX, assistiu-se na região do antigo reino do Loango (situado a norte do rio Zaire e hoje pertencente a Cabinda e à República do Congo), a surto da produção de esculturas de marfim. A grande maioria daquela, realizada em meados do século XIX, tem como suporte dentes de elefante, mas existem exemplares em dentes de hipopótamo e, mais raramente, de facochero. Ali se registaram, tridimensionalmente ou em relevo, cenas da vida quotidiana, nomeadamente ligadas à escravatura e a narrativas mitológicas, assim como variados comportamentos, de pessoas e de animais, a par de muitos artefatos. Este acervo de objetos de memória, constituem documentos insubstituíveis para o estudo de diversos aspetos da cultura autóctone da região mencionada e da perspectiva crítica que os indígenas possuíam dos contributos levados pela colonização europeia.
A comunicação abordará os seguintes aspetos:
- O estado da arte;
- A região do Loango;
- Matérias-primas;
- A escultura e as suas técnicas;
- Morfologias dos artefatos e funções;
- Mitos, lendas, vidas quotidianas e dramas;
- Andares ou espirais e serpentes;
- Protagonistas;
- Imagens dominantes;
- Escravos e marfins – viagens sem retorno;
- Proposta de evolução crono-estilística;
- Presentes envenenados – Conclusões.
A entrada é livre.
Ciclo de Conferências – 2026
A Academia Nacional de Belas Artes dá continuidade na próxima segunda-feira, dia 16 de Março, pelas 15:00h, ao Ciclo de Conferências – 2026.
A comunicação será proferida pelo Académico Professor Doutor Carlos Vidal, e tem como tema As Místicas Medievais e os limites da palavra ocular.
Num primeiro tempo, procurar-se-á o lugar da mulher na Igreja e na sociedade medieval (seguindo Georges Duby). Num segundo tempo, tentar-se-á, através da experiência mística e da sua narrativa, perceber qual é o limite da linguagem, da linguagem que, descritora de visões, é uma linguagem que se abeira de um visível-invisível (Giovanni Pozzi), do ícone, uma linguagem de fronteira entre não apenas a linguística e a imagem (que se revolta contra a linguística), mas uma linguagem que deixa o relato do visionário, ou da visionária, à beira da Pintura. Segue-se, de certo modo, os estudos de Giovanni Pozzi que nos levam das “technopaegnia” helenísticas (uma escrita visual) aos caligramas de vanguarda de Mallarmé ou Apollinaire. Mas a escrita das visionárias não tem configuração “visual”, portanto trata-se de um outro estudo: que pressão icónica têm estes textos místicos que, passada uma determinada “fronteira” ou “limiar”, se tornam imagem, ou mesmo imagem pictórica? Neste sentido, será a alucinação mística uma das origens da pintura?
A entrada é livre.
Meio Século de Arquitectura Contemporânea Portuguesa
No âmbito do protocolo celebrado entre a Academia Nacional de Belas Artes e a Universidade Lusíada será inaugurada a exposição itinerante 50 anos de arquitectura contemporânea portuguesa, no próximo dia 3 de março, pelas 11:00h, na Sala de Exposições da Universidade Lusíada.
A Exposição estará patente até ao dia 7 de abril.
A entrada é livre.
Site: https://meioseculodearquitecturacontemporaneaportuguesa.pt/
José Manuel Fernandes, Arquitecto: Produção bibliográfica 1980-2025
A Academia Nacional de Belas Artes inaugura a exposição José Manuel Fernandes arquitecto: Produção bibliográfica 1980-2025, que terá lugar na sede da ANBA (Largo da Academia ao Chiado), no dia 24 de fevereiro de 2026, pelas 15:00h.
Na ocasião será apresentado pelo Professor Doutor Arquitecto Manuel Couceiro da Costa o livro mais recente do autor: Norte Júnior. Obra arquitectónica, uma leitura (Tinta da China, 2025).
Contamos com a Sua presença.
Ciclo de Conferências – 2026
A Academia Nacional de Belas Artes dá continuidade na próxima segunda-feira, dia 23 de Fevereiro, pelas 15:00h, ao Ciclo de Conferências – 2026.
A comunicação será proferida pelo Académico Professor Doutor Álvaro Lobato Faria, e tem como tema O Gesto e a Matéria: a Viagem criativa do Escultor João Duarte.
A conferência aborda a vida e a obra do Professor Escultor João Duarte, destacando o seu contributo determinante para a medalhística contemporânea em Portugal. Enfatiza-se o papel das artes plásticas como expressão essencial da cultura e do conhecimento humano. A conferência apresenta a evolução da medalha tradicional para a “medalha-objecto”, assumida como obra de arte autónoma, conceptual e lúdica. Evidencia-se a dimensão experimental e inovadora da sua produção artística. Destaca-se o seu percurso académico e a sua actividade como professor, sublinhando a influência exercida sobre várias gerações de artistas. Referem-se as principais exposições, prémios e distinções nacionais e internacionais que reconhecem o seu mérito. A conferência realça ainda o papel de João Duarte na afirmação internacional da medalhística portuguesa. Conclui-se que a sua obra representa um contributo fundamental para a integração plena da medalha no campo das artes plásticas contemporâneas.
A entrada é livre.
Ciclo de Conferências – 2026
A Academia Nacional de Belas Artes dá continuidade na próxima segunda-feira, dia 9 de Fevereiro, pelas 15:00h, ao Ciclo de Conferências – 2026.
A comunicação será proferida pelo Académico Professor Doutor Escultor Vítor Santos, e tem como tema Euro: A arte da nossa face.
Uma apresentação do processo criativo para a face portuguesa da moeda de euro.
A entrada é livre.
Ciclo de Conferências – 2026
A Academia Nacional de Belas Artes inicia o Ciclo de Conferências – 2026 na próxima segunda-feira, dia 26 de Janeiro, pelas 15:00h.
A primeira comunicação deste ano será proferida pelo Académico Professor Doutor Escultor João Duarte, e tem como tema Escultores inovadores na medalha e a viragem da medalha em Portugal.
A entrada é livre.
Ciclo de Conferências – 2025
A Academia Nacional de Belas Artes dá continuidade ao Ciclo de Conferências – 2025 na próxima segunda-feira, dia 15 de Dezembro, pelas 15:00h.
A comunicação será proferida pelo Presidente da Academia Nacional de Belas Artes, Professor Doutor Arquitecto Alberto Reaes Pinto, com o tema A Habitação e a Industrialização da Construção Sustentável
A entrada é livre.
Promoção de Natal
Ciclo de Conferências – 2025
A Academia Nacional de Belas Artes dá continuidade ao Ciclo de Conferências – 2025 na próxima segunda-feira, dia 24 de Novembro, pelas 15:00h.
A comunicação será proferida pelo Doutor Arquiteto Manuel António Correia Teixeira, com o tema As Praças na Cultura Urbana Portuguesa.
As praças foram ao longo dos tempos espaços nobres das cidades, elementos ordenadores do desenho urbano, construídas em locais singulares, associadas a funções centrais e apropriadas pela população. Ocupando um lugar especial em termos físicos, funcionai e simbólicos, as praças constituem um património fundamental das cidades e um dos principais elementos definidores da sua individualidade. As praças são locais privilegiados de encontro e de troca, de convivialidade e de sociabilidade, concentrando em si as razões de natureza política, social e económica que constituem a própria essência do fenómeno urbano.
A entrada é livre.
Exposição Escultura na Academia
Ciclo de Conferências – 2025
A conferência Saúde Mental e Arte, proferida pelo Académico Doutor Álvaro Lobato Faria, no passado dia 27 de Outubro, pelas 15:00h, no âmbito do Ciclo de Conferências – 2025 da Academia Nacional de Belas Artes, tem reportagem disponível no jornal Expresso do Oriente:
https://expressodooriente.com/saude-mental-e-arte-na-academia-nacional-de-belas-artes/ .
Ciclo de Conferências – 2025
A Academia Nacional de Belas Artes dá continuidade ao Ciclo de Conferências – 2025 na próxima segunda-feira, dia 17 de Novembro, pelas 15:00h.
A comunicação será proferida pelo Académico Professor Doutor Pedro Soares Branco, com o tema 1801 – 1900: Um Século de Uniformes Militares Portugueses.
Apresentação cronológica, baseada em iconografia e peças originais, das principais características dos uniformes do Exército Português do Século XIX.
A entrada é livre.
Morada
Largo da Academia Nacional de Belas Artes
1200-005 Lisboa














