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Últimos eventos, publicações, palestras.
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Ciclo de Conferências – 2026
A Academia Nacional de Belas Artes dá continuidade na próxima segunda-feira, dia 25 de Maio, pelas 15:00h, ao Ciclo de Conferências – 2026.
A comunicação será proferida pelo Académico Professora Doutora Teresa Leonor M. Vale, e tem como tema As obras realizadas em Londres pelo ourives Paul Crespin (1694-1770) para D. João V no contexto das encomendas joaninas.
A banheira em prata dourada, realizada para o rei D. João V, em 1724, por Paul Crespin (1694-1770), ourives huguenote activo em Londres, é uma daquelas peças acerca das quais muito se especulou ao longo do tempo, sobretudo no âmbito da petite histoire, concernente à vida amorosa do rei Magnânimo, por ter sido a mesma associada à famosa Madre Paula.
Contudo, no domínio da historiografia e da historiografia da arte, um único texto de carácter científico lhe é consagrado, o breve artigo de Angela Delaforce, publicado, em 1997, no prestigiado The Burlington Magazine.
O presente contributo visa efectuar uma aproximação à obra – da qual chegaram até nós descrições, mas não, tanto quanto nos é dado saber, qualquer registo iconográfico –, ao processo de encomenda e ao seu enquadramento, desde logo no contexto das encomendas a Paul Crespin, e também no mais vasto panorama das encomendas joaninas. Finalmente, e de forma muito breve, procurar-se-á fazer alguma luz quanto à associação da peça à figura de Paula Teresa da Silva e Almeida (1701-1768), mais conhecida como Madre Paula, e aos seus aposentos no mosteiro de S. Dinis de Odivelas, dos quais, como é sabido, D. João V foi visitante assíduo.
A entrada é livre.
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António Vidigal: todos os rostos têm um nome
A Academia Nacional de Belas Artes inaugurou, no passado dia 28 de abril, a exposição Todos os Nomes Têm um Rosto, reunindo obras do Académico Escultor António Vidigal.
Face ao significativo acolhimento e ao crescente interesse que esta exposição tem suscitado, tenho a honra de informar V.ª Ex.ª que, no próximo dia 19, terça-feira, pelas 15h00, o Académico Prof. Doutor Paulo Morais-Alexandre apresentará a comunicação António Vidigal e a Escultura enquanto Mester.
Seguir-se-á, pelas 16h00, uma visita guiada à exposição.
Contamos com a Sua presença.
Ciclo de Conferências – 2026
A Academia Nacional de Belas Artes dá continuidade na próxima segunda-feira, dia 11 de Maio, pelas 15:00h, ao Ciclo de Conferências – 2026.
A comunicação será proferida pela Académica Professora Doutora Sónia Azambuja, e tem como tema A Natureza como Código no Renascimento: a Pintura de Vasco Fernandes (Grão Vasco).
Vasco Fernandes (c. 1475–1542), conhecido como Grão Vasco é uma das figuras cimeiras da pintura portuguesa do Renascimento e o principal mestre da oficina de Viseu, tendo desenvolvido a sua atividade artística durante os reinados de D. Manuel I (1469–1521) e de D. João III (1502–1557), num dos períodos mais decisivos da cultura portuguesa quinhentista. A conferência “A Natureza como Código no Renascimento: a Pintura de Vasco Fernandes (Grão Vasco)” propõe uma leitura da pintura quinhentista portuguesa a partir de uma ideia central: na obra de Grão Vasco, a natureza não se limita a enquadrar a cena, mas constitui uma verdadeira linguagem simbólica, herdeira da minúcia da iluminura e pintura flamenga, em que cada detalhe da natureza reforça o sentido simbólico da obra.
A Natureza como Código no Renascimento será, assim, o eixo interpretativo desta conferência, procurando demonstrar que plantas, animais, frutos, árvores e paisagens surgem nas composições de Grão Vasco não apenas como elementos de enquadramento ou decoração, mas como símbolos que ampliam o sentido das narrativas sagradas e revelam a cultura humanista do seu tempo. No âmbito do estudo que desenvolvemos sobre as plantas e os animais na pintura dos séculos XV e XVI em Portugal, os pintores de retábulos com maior diversidade de espécies identificadas são Vasco Fernandes, com 74 espécies; Francisco Henriques (c. 1470–1518), com 61; Jorge Afonso (c. 1475–1540), com 56; Gregório Lopes (c. 1490- 1550), também com 56; e Garcia Fernandes (ativo 1514‑1565), com 39. Todos estes artistas se encontram relacionados entre si por vínculos profissionais, de amizade e/ou familiares.
A conferência abordará ainda o papel da ilustração científica de plantas no Renascimento, associada à Botânica, à Medicina e à matéria médica, mostrando como a representação rigorosa da flora se tornou instrumento de identificação, estudo e transmissão de saber.
O antigo retábulo da capela-mor da Sé de Viseu, realizado entre 1501 e 1506 por Vasco Fernandes e Francisco Henriques, constitui uma das obras fundadoras da arte renascentista portuguesa e um testemunho maior da pintura luso-flamenga. Entre os exemplos abordados, destaca-se o painel “Fuga para o Egito”, no qual surgem espécies botânicas associados à iconografia cristã, como a pera, a aquilégia, a urtiga e a erva-benta. Em 1514, encontra-se documentada a atividade de Vasco Fernandes em Lisboa, ligada à oficina de Jorge Afonso, pintor régio de D. Manuel I e figura central da oficina régia de Lisboa.
Será igualmente analisada a obra “Cristo em Casa de Marta e Maria” (1535–1540), associada ao ambiente erudito de D. Miguel da Silva (c. 1480–1556), uma das figuras mais cosmopolitas do Renascimento português. Diplomata na cúria romana, próximo dos círculos pontifícios e de papas da família Médici, D. Miguel da Silva foi designado bispo de Viseu em 1526 e nomeado cardeal pelo papa Paulo III, em 1539. A sua projeção europeia é eloquentemente testemunhada pelo facto de Baldassare Castiglione (1478-1529) lhe ter dedicado Il libro del Cortegiano, publicado em 1528, uma das obras fundamentais da cultura cortesã do Renascimento.
Assume especial relevância o “Calvário” (1530‑1535), originalmente localizado no topo sul do transepto, na capela do Santíssimo da Sé de Viseu, e atualmente conservado no Museu Nacional Grão Vasco. Nesta obra, a presença da tanchagem-maior (Plantago major L.), planta autóctone, ruderal e medicinal, permitirá refletir sobre a importância da identificação científica das espécies na interpretação das obras de arte.
Pretende-se, assim, demonstrar que Grão Vasco constrói uma pintura em que o mundo natural se transforma em código teológico, moral e cultural. Decifrar essa natureza é reencontrar a profundidade intelectual do Renascimento.
A entrada é livre.
CICLO DE CONFERÊNCIAS 2024 – 4º TRIMESTRE
PROGRAMA CONFERÊNCIAS 2024
3 Maio 2024 – 17h30
CONVERSA SOBRE
“ARQUITETURA E BANDA DESENHADA”
Com Pedro Burgos, Penim Loureiro
e João Paciência
Manuel Couceiro da Costa (Moderação)
SALÃO NOBRE DA ACADEMIA NACIONAL DE BELAS ARTES

GALERIA DA ACADEMIA NACIONAL DE BELAS ARTES Exposição Visitas Conferências

Descarregue o programa AQUI
Galeria da Academia Nacional de Belas Artes: Exposição
GALERIA DA ACADEMIA NACIONAL DE BELAS ARTES
EXPOSIÇÃO

Descarregue o cartaz AQUI
PROGRAMA CONFERÊNCIAS 2024
PROGRAMA CONFERÊNCIAS 2024
11 de Dezembro de 2023
Salão Nobre da Academia Nacional de Belas Artes
ENTRADA LIVRE
15h.
Prof. Doutor Alberto Reaes Pinto
(Faculdade de Arquitectura e Artes, Universidade Lusíada, Presidente da Academia Nacional de Belas Artes)
Santo António dos Cavaleiros e a Indústria da Construção / prefabricação total pesada em Portugal
16h.
Prof. Doutor Arq. José Trindade Chagas
(Faculdade de Arquitectura da Universidade Lusófona)
José Maria Veloso Salgado (1864-1945) Mestre e Pedagogo
Colóquio Internacional
EXPOSIÇÃO – ENTRADA LIVRE
GALERIA DA ACADEMIA NACIONAL DE BELAS ARTES
EXPOSIÇÃO DA COLEÇÃO DE MEDALHAS DA ACADEMIA NACIONAL DE BELAS ARTES
De 15 de Junho a 15 de Setembro
De 2ªfeira a 6ªfeira : 10h00-12h30 / 14h00-16h30
Encerrado aos fins de semana e feriados
Preçário (Exposições temporárias + Salão Nobre):
– Bilhete de adulto: 3€
– Descontos: 1,5€ dos 12 aos 18 anos / maiores de 65 / professores em visita de estudo com alunos / bilhete familia a partir de 4 elementos
– Entrada livre: académicos da ANBA / membros do ICOM e APOM / professores e estudantes da FBAUL

PRÉMIO JOSÉ DE FIGUEIREDO

Submissão de candidaturas até 15 de Junho de 2023
ACEDA AQUI AO Aviso nº 10052_2023 – Premio José de Figueiredo 20232023
Morada
Largo da Academia Nacional de Belas Artes
1200-005 Lisboa







